Dr. Igor Cardillo Ortopedia · Joelho Agende uma avaliação
Dr. Igor Cardillo, ortopedista especialista em joelho

Ortopedia do joelho · Medicina do esporte

Seu joelho não deveria decidiro que você pode ou não fazer.

Dor, artrose, lesões do menisco ou do LCA podem limitar sua rotina, seu treino e sua confiança para se movimentar.

O primeiro passo é entender o que está impedindo você de voltar.

Do tratamento conservador à cirurgia, cada decisão considera seu diagnóstico, seus objetivos e critérios objetivos de evolução.

CRM/SP 176.929 · RQE 79.616Ortopedista especialista em joelho
Atuação em hospitaisHospital PUC-Campinas e Hospital Vera Cruz
Decisões por critériosCiência, experiência e marcadores objetivos
Cirurgia do joelho desde 2015Formação e atuação exclusivas em joelho
Dr. Igor Cardillo realizando exame físico do joelho em consulta

Como seu joelho é tratado

Seu tratamento não começa no exame.Começa entendendo o que seu joelho está impedindo você de fazer.

Uma imagem pode mostrar uma lesão, mas não mostra sozinha por que você sente dor, por que seu joelho falha ou o que precisa acontecer para você voltar às suas atividades.

Por isso, o tratamento considera o que existe no joelho, como você se movimenta e o que precisa recuperar.

  1. 01

    Entender

    O que está acontecendo

    Sua história, seus sintomas, seu exame físico e, quando necessário, os exames de imagem são analisados em conjunto.

  2. 02

    Definir

    O que precisa ser recuperado

    Dor, mobilidade, força, estabilidade, controle e capacidade ajudam a definir objetivos claros para o tratamento.

  3. 03

    Acompanhar

    Quando é seguro avançar

    A evolução não depende apenas do tempo. Critérios objetivos ajudam a mostrar quando o joelho está preparado para a próxima etapa.

O objetivo não é apenas fazer seu joelho doer menos.É fazer com que ele volte a acompanhar a vida que você quer levar.

Uma forma diferente de cuidar do seu joelho

Seu exame mostra uma parte da história.
Sua vida mostra o restante.

Talvez seu exame mostre artrose, uma lesão do menisco, uma alteração na cartilagem ou uma ruptura ligamentar. Isso importa. Mas não conta, sozinho, o que está acontecendo com você.

Duas pessoas com exames semelhantes podem sentir dores diferentes, ter capacidades diferentes e precisar de tratamentos diferentes.

Por isso, cuidar do joelho também significa entender como você se movimenta, o que perdeu de capacidade e o que quer voltar a fazer.

Para algumas pessoas, o caminho será recuperar força e movimento. Para outras, controlar sintomas, melhorar estabilidade ou tolerância à carga. E existem situações em que uma cirurgia pode ser a melhor escolha.

O tratamento muda. O princípio não: cada decisão precisa fazer sentido para o seu joelho e para o seu objetivo.

No fim, o objetivo não é apenas tratar uma imagem.

É voltar a caminhar. Treinar. Correr. Trabalhar. Viajar. Praticar seu esporte. Voltar a fazer aquilo que seu joelho fez você deixar para depois.

Seu joelho faz parte da sua vida.O tratamento precisa começar por ela.

O que isso muda no seu tratamento

Decisões que fazem sentido para o seu joelho — e para o que você quer voltar a fazer.

Independentemente do diagnóstico ou do caminho escolhido, algumas decisões orientam todo o tratamento.

01

O joelho é um sistema

A avaliação inclui quadril, tornozelo, força e controle motor — e não apenas a estrutura apontada no laudo.

02

Critério, não calendário

Você progride quando marcadores objetivos são atingidos, não quando o mês vira.

03

Sintoma e contexto

A dor importa, mas não é analisada isoladamente. Função, força, movimento, carga e os fatores associados à limitação também orientam o tratamento.

04

Decisão compartilhada

Você entende as opções, os riscos e o que a evidência sustenta antes de qualquer escolha.

Como sabemos se você está evoluindo

Acompanhamentopor critérios

O tempo faz parte da recuperação. Mas ele não mostra sozinho se você está pronto para avançar.

Força, simetria, controle, movimento e confiança são acompanhados ao longo do percurso para orientar a progressão.

Veja como sua evolução é acompanhada
“

Aqui, seu joelho não é apenas tratado. Ele é compreendido, acompanhado e preparado para a sua vida.

Cada percurso começa no mesmo lugar: entender em que estágio o seu joelho está hoje.

Ver como o percurso funciona
Dr. Igor Cardillo, ortopedista especialista em joelho

Quem vai conduzir seu tratamento

Dr. Igor Cardillo

Ortopedista especializado em cirurgia do joelho e medicina do esporte, com atuação voltada ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento de pacientes que querem recuperar movimento e função.

Graduação e residência em Ortopedia e Traumatologia pela PUC-Campinas, especialização em Cirurgia do Joelho pelo Instituto Wilson Mello e pós-graduação em Medicina do Esporte pela Uniguaçu. Atuação cirúrgica no Hospital PUC-Campinas e no Hospital Vera Cruz.

A atuação é concentrada no joelho — do tratamento conservador à cirurgia — com acompanhamento por critérios objetivos até o retorno às atividades.

Graduação e residência
PUC-Campinas
Cirurgia do Joelho
Instituto
Wilson Mello
Medicina do Esporte
Uniguaçu
Registro
CRM/SP 176.929
RQE 79.616

Hospitais de atuação

  • Hospital Vera Cruz Campinas
  • Hospital PUC-Campinas

Sua jornada

Do primeiro encontro ao retorno à sua rotina.

Cada tratamento tem suas particularidades, mas o percurso segue uma lógica clara: entender, planejar, tratar, medir e avançar conforme a sua evolução.

01

Consulta

História detalhada e exame físico completo do joelho e da cadeia de movimento.

Entender
02

Diagnóstico

Correlação entre queixa, exame e imagem. Exame só quando muda a conduta.

Nomear
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Planejamento

Metas, opções e riscos definidos em conjunto, com critérios de avanço.

Decidir
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Tratamento

Conservador, intervencionista ou cirúrgico — conforme a indicação.

Agir
05

Checkpoints

Reavaliações com marcadores objetivos. Cada um libera a etapa seguinte.

Medir
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Alta funcional

Alta por critério atingido, e não por tempo decorrido.

Conquistar
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Manutenção

Um plano para preservar o que foi reconquistado.

Sustentar

Se a cirurgia for necessária

Operar é uma decisão,não um desfecho.

Nem todo problema no joelho precisa de cirurgia. Quando ela é considerada, a indicação precisa responder a uma pergunta simples: o procedimento pode realmente tratar o problema que está limitando você?

A decisão considera o diagnóstico, o impacto sobre a função, as alternativas disponíveis e o que pode acontecer com ou sem a cirurgia.

Em muitos casos, o tratamento conservador é o primeiro caminho; em outros, a própria lesão pode justificar uma abordagem cirúrgica.

Entender quando operar

Recursos

Tecnologia quando ela realmente pode ajudar seu tratamento.

Cada recurso abaixo existe para resolver um problema específico. Junto com a indicação, você recebe também as situações em que ele não se aplica.

Ultrassonografia musculoesqueléticaAvaliação dinâmica em consultório e guia de procedimentos com precisão de posicionamento.
Infiltração guiada por imagemIndicada para reduzir dor e criar janela terapêutica que viabilize a reabilitação. Não é tratamento isolado.
ViscossuplementaçãoOpção em casos selecionados de artrose. Evidência conflitante — expectativa e custo são discutidos antes.
PRP (plasma rico em plaquetas)Considerado apenas em cenários específicos. Evidência heterogênea — nunca apresentado como solução definitiva.
Cirurgia artroscópica, reconstrutiva e artroplastiaIndicada quando existe problema mecânico corrigível e o tratamento conservador adequado não resolveu.
Reabilitação integradaCritérios compartilhados com fisioterapeuta e preparador físico. O oposto de cuidado fragmentado.

Histórias de pacientes

Pessoas diferentes.
Um objetivo em comum: voltar.

Relatos espontâneos de pacientes. Cada percurso é individual.

Eu tinha, no meu joelho esquerdo, uma artrose, muita dificuldade de andar e meu joelho, além de doer muito, já estava ficando torto. Fiz a cirurgia e tive uma experiência muito boa. O pós-operatório foi muito bom, foi usado um curativo inovador que facilitou muito os cuidados na recuperação. Hoje em dia levo uma vida normal e meu joelho está ótimo, sem nenhuma dor.
PacienteArtrose de joelho · tratamento cirúrgico
Dois anos atrás eu estava sem condições de locomoção e, graças ao profissionalismo, à competência no diagnóstico e ao acompanhamento, pude retornar às minhas atividades normais.
PacientePerda de locomoção · diagnóstico e acompanhamento
Já tratei dores e lesões resultantes da corrida e sempre retomei ao esporte.
PacienteLesões por sobrecarga na corrida

Relatos reproduzidos mediante autorização. Não constituem garantia de resultado: a resposta ao tratamento varia conforme a condição clínica, a adesão e características individuais.

Dúvidas frequentes

As perguntas que mais ouço

Não. Artrose é uma condição crônica e não existe tratamento que reverta a cartilagem perdida. Mas isso não significa impotência: dor, função e progressão são modificáveis. O objetivo realista é preservar função e adiar ou evitar a necessidade cirúrgica — não prometer regeneração.

Não. Uma parcela relevante de pacientes controla sintomas por muitos anos com tratamento conservador estruturado. A artroplastia é indicada quando dor e limitação funcional persistem apesar de tratamento adequado — não pelo grau visto na radiografia.

Não trabalhamos com data. Trabalhamos com critérios. A literatura mostra que retorno antes de 9 meses e sem critérios funcionais atingidos aumenta substancialmente o risco de nova lesão. Cada mês adicional até cerca de 9 meses reduz o risco de rerruptura. Evidência: moderada a alta.

Não. Em lesões degenerativas de menisco em pacientes de meia-idade, ensaios clínicos randomizados mostraram que a meniscectomia artroscópica não é superior ao exercício terapêutico estruturado. Já lesões traumáticas com travamento ou alça de balde têm indicação cirúrgica clara. Evidência: alta para o cenário degenerativo.

Cirurgia é indicada quando existe um problema mecânico corrigível cirurgicamente e quando o tratamento conservador adequado não resolveu — ou quando há lesão que se agrava sem intervenção. Se algum desses elementos não estiver claro, a indicação deve ser revista.

Porque tempo não é sinônimo de capacidade. Duas pessoas operadas no mesmo dia chegam ao terceiro mês com força, controle e confiança completamente diferentes. Liberar por calendário ignora essa variação e é justamente onde ocorrem as recidivas.

Próximo passo

O próximo passo é entender o que está impedindo você de voltar.

A avaliação inicial ajuda a definir o que está acontecendo, o que precisa ser recuperado e qual caminho faz sentido para o seu caso.

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